De uma vez por todas, que os políticos sejam portugueses senão, expulsemo-los de Portugal, a começar já com o voto que lhes podemos negar. Nenhum cidadão tem o direito de ser eleito representante político se não defender acima de tudo o interesse do seu país. Lembremo-nos do Conde Andeiro que foi lançado pela janela dos Paços por não defender os interesses nacionais. Está na hora de contar espingardas e ao mesmo tempo tomar consciência de que se os socialistas traíram a nossa confiança, os comunistas deixaram correr, os bloquistas papaguearam e os sociais democratas andaram a comer das sobras e à espreita de lançar o bote. Não sou e nunca fui democrata social, porque a minha estirpe é humilde mas honra seja feita ao seu líder que, de boi em boi, foi-lhes sempre pondo os nomes e - submarinos àparte, pena é que não seja o líder do partido comunista, pois as mensagens que transmite são a favor da nacionalidade, da dignidade nacional e de uma classe social que por humildade não pode deixar de prestar vassalagem aos senhores do feudo.
Sejamos portugueses e se os poderosos se esquecerem disso, vamos lembrá-los que só há bancos se houver circulação de dinheiro e que só há dinheiro se houver trabalho pago e como o trabalho é a riqueza dos trabalhadores, se estes se recusarem a partilhá-la com os patrões, até estes mesmos acabam por não ter o que pôr na sua conta e na mesa e no futuro dos seus filhos. Não esqueçamos que para haver democracia é necessário que haja partilha justa - de deveres, mas também de direitos e de bens.
O rico que fique mais rico se isso lhe der alegria, mas nunca esqueça que é à custa do trabalho dos outros que o consegue e só um burro come os rebentos da palha que o há-de alimentar com fartura.
Portugueses: vamos negociar com os patrões, saber se eles querem o dinheiro do FMI ou o trabalho dos seus operários, porque quanto consigo contabilizar, o dinheiro não vai chegar para todos e, logo, quem vive do trabalho, patrões e assalariados, vai continuar a depender dessa relação e não das tranches da Europa.
Vamos defender o nosso pão, o nosso trabalho, as pescas e as indústrias, o leite dos nossos filhos e dos nossos netos.
Quem não entender a mensagem que me pergunte, porque eu tenho a receita milagrosa para a crise portuguesa - O VOTO É MEU ATÉ EU DECIDIR GASTÁ-LO E ESTAMOS EM TEMPOS DE POUPANÇA.
O VOTO REPRESENTA PODER. VAMOS REFLECTIR SOBRE O QUE FAZER COM ESTE PODER INDIVIDUAL E INTRANSMISSÍVEL.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
CONCEITOS DE JUSTIÇA
Começaram a correr notícias sobre a acusação formulada no processo de rapto do RUI PEDRO MENDONÇA.
O espantoso é que ninguém queira especular sobre a existência ou não de crime, porquê e quem será realmente o culpado.
Sabem porquê? Ninguém quer saber disso para nada: importante mesmo é fazer política chafurdeira e cuscovilhice vulgar sobre a eficácia da justiça.
As pessoas, mesmos as públicas, esquecem-se que cerca de 80% dos crimes não são esclarecidos, alguns casos especiais tiveram desfechos tardios ou nunca foram devidamente esclarecidos, como o atentado contra Sá Carneiro, a morte do Padre Max, o caso Ferreira Torres e por aí adiante.
O importante seria colaborar para a descoberta da verdade e nos casos de crianças desaparecidas e até mesmo de qualquer outra pessoa, que se investisse, social, policial e judicialmente para o mais rápido esclarecimento das causas para esse corte abrupto e imprevisível de uma relação social.
Ninguém disse ainda que a par do direito de dispôr da sua liberdade qualquer cidadão tem também deveres de cidadania, para com os amigos, familiares e até mesmo para com o Estado. Afinal de contas, a sociedade investe em cada um de nós para retribuirmos para a comunidade, como filhos, pais, irmãos, ou simplesmente cidadãos. Esta leitura sobre um tão específico conceito de justiça, o direito de ser ou não ser encontrado associado ao discutível dever de ser ou não ser procurado, entronca no contraste de ser ou não ser presumido crime qualquer um desaparecimento para desencadear uma verdadeira investigação oficial.
Perdoem a bizarria do escrito, mas adorava confundir esses cerebrais que aconchegam na cuscovilhice e na chafurdice a sua falta de consciência de dever social para com um fenómeno muito mais grave que os incêndios nas florestas - vidas que não se salvam com helicópteros e aviões.
O espantoso é que ninguém queira especular sobre a existência ou não de crime, porquê e quem será realmente o culpado.
Sabem porquê? Ninguém quer saber disso para nada: importante mesmo é fazer política chafurdeira e cuscovilhice vulgar sobre a eficácia da justiça.
As pessoas, mesmos as públicas, esquecem-se que cerca de 80% dos crimes não são esclarecidos, alguns casos especiais tiveram desfechos tardios ou nunca foram devidamente esclarecidos, como o atentado contra Sá Carneiro, a morte do Padre Max, o caso Ferreira Torres e por aí adiante.
O importante seria colaborar para a descoberta da verdade e nos casos de crianças desaparecidas e até mesmo de qualquer outra pessoa, que se investisse, social, policial e judicialmente para o mais rápido esclarecimento das causas para esse corte abrupto e imprevisível de uma relação social.
Ninguém disse ainda que a par do direito de dispôr da sua liberdade qualquer cidadão tem também deveres de cidadania, para com os amigos, familiares e até mesmo para com o Estado. Afinal de contas, a sociedade investe em cada um de nós para retribuirmos para a comunidade, como filhos, pais, irmãos, ou simplesmente cidadãos. Esta leitura sobre um tão específico conceito de justiça, o direito de ser ou não ser encontrado associado ao discutível dever de ser ou não ser procurado, entronca no contraste de ser ou não ser presumido crime qualquer um desaparecimento para desencadear uma verdadeira investigação oficial.
Perdoem a bizarria do escrito, mas adorava confundir esses cerebrais que aconchegam na cuscovilhice e na chafurdice a sua falta de consciência de dever social para com um fenómeno muito mais grave que os incêndios nas florestas - vidas que não se salvam com helicópteros e aviões.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
SEM MARGEM PARA ANCORAR O ERRO
Estamos à deriva, entre recreações políticas e venda de dívida pública a juros de usura. Pobres de nós, que ainda vamos ficar sem Trás-os-Montes, sem o Vinho do Porto e sem a cortiça e o azeite.
Já vendemos o porco-preto a Espanha e o turismo do Algarve aos ingleses, holandeses e alemães.
Porque será que o Governo de Portugal não vende o Palácio de Belém e o de S. Bento? O Presidente da República podia ir morar para a casa dele e a Assembleia da República podia reunir na FIL ou noutro sitio qualquer - para os resultados habituais não se notaria diferença. Ou então que fossem todos para o Parque Mayer ou para a Feira da Ladra. Há portugueses de muito mais valor, picheleiros, padeiros, agricultores, pescadores, que vivem muito pior e ainda por cima só têm a tasca ou a sede da ssociação receativa para falar alto, dizer disparates e insultar-se.
Pobres de nós que viajamos nesta jangada à espera de naufragar.
Já vendemos o porco-preto a Espanha e o turismo do Algarve aos ingleses, holandeses e alemães.
Porque será que o Governo de Portugal não vende o Palácio de Belém e o de S. Bento? O Presidente da República podia ir morar para a casa dele e a Assembleia da República podia reunir na FIL ou noutro sitio qualquer - para os resultados habituais não se notaria diferença. Ou então que fossem todos para o Parque Mayer ou para a Feira da Ladra. Há portugueses de muito mais valor, picheleiros, padeiros, agricultores, pescadores, que vivem muito pior e ainda por cima só têm a tasca ou a sede da ssociação receativa para falar alto, dizer disparates e insultar-se.
Pobres de nós que viajamos nesta jangada à espera de naufragar.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
VAMOS TAPAR O BURACO DO BPN? DURANTE DEZ ANOS?
Não recebi um centavo do BPN.
Não investi um centavo no BPN.
Porque é que os deputados não dizem a verdade sobre o BPN?
Será que receberam centavos do BPN?
Será que investiram centavos no BPN?
Ninguém diz porque razão temos nós contribuintes - trabalhadores, de pagar DOIS MIL MILHÕES DE EUROS para assegurar a sobrevivência do BPN.
Terá sido pela queda de George Bush e falharem as probabilidades de rendimentos vindos do Afeganistão?
SENHORES ELEITORES DESTA LEGISLATURA
OBRIGUEM OS VOSSOS ELEITOS A DIZER A VERDADE!
Se Manuel Alegre afirma que a ele ninguém o cala, QUE SEJA ELE A DIZER A VERDADE!
Não investi um centavo no BPN.
Porque é que os deputados não dizem a verdade sobre o BPN?
Será que receberam centavos do BPN?
Será que investiram centavos no BPN?
Ninguém diz porque razão temos nós contribuintes - trabalhadores, de pagar DOIS MIL MILHÕES DE EUROS para assegurar a sobrevivência do BPN.
Terá sido pela queda de George Bush e falharem as probabilidades de rendimentos vindos do Afeganistão?
SENHORES ELEITORES DESTA LEGISLATURA
OBRIGUEM OS VOSSOS ELEITOS A DIZER A VERDADE!
Se Manuel Alegre afirma que a ele ninguém o cala, QUE SEJA ELE A DIZER A VERDADE!
sábado, 1 de janeiro de 2011
NÃO VAMOS A VOTOS - VAMOS DEMITIR OS POLÍTICOS
Doeram-me as pernas de tanto pontapear as almofadas! Doeu-me a garganta de tanto vociferar!
Doía-me tudo no fim do debate dos candidatos Alegre e Cavaco!
Assisti a uma luta inequívoca pelo poder. Tu e eu, você e eu, contamos muito pouco para os políticos desta praça porque só lhes interessa o seu lugar no poder.
Pobre democracia que os partidos asfixiaram.
Sem embargo de voltar a reflectir, hoje, como de há cerca de três anos para cá, decido não votar.
- Despeçam-se os políticos, desfaçam-se os partidos, reforme-se a sociedade a começar pelos poderosos corruptos.
- Demitam-se os empresários incompetentes e os desempregados que recusam trabalhar.
- Acabe-se com o facilitismo nas escolas e com os subsídios às privadas - afinal são privadas, ou não?
- Sejamos coerentes: se temos razões para reclamar dos políticos não os elejamos, demitêmo-los.
Doía-me tudo no fim do debate dos candidatos Alegre e Cavaco!
Assisti a uma luta inequívoca pelo poder. Tu e eu, você e eu, contamos muito pouco para os políticos desta praça porque só lhes interessa o seu lugar no poder.
Pobre democracia que os partidos asfixiaram.
Sem embargo de voltar a reflectir, hoje, como de há cerca de três anos para cá, decido não votar.
- Despeçam-se os políticos, desfaçam-se os partidos, reforme-se a sociedade a começar pelos poderosos corruptos.
- Demitam-se os empresários incompetentes e os desempregados que recusam trabalhar.
- Acabe-se com o facilitismo nas escolas e com os subsídios às privadas - afinal são privadas, ou não?
- Sejamos coerentes: se temos razões para reclamar dos políticos não os elejamos, demitêmo-los.
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